Dentro de mim existe um lugar onde vivo inteiramente só
e é lá que se renovam as nascentes que nunca secam.
P.Buch

29 de junho de 2010

A Natureza

O vídeo abaixo com a mensagem de Eckhart Tolle, autor do livro “O Poder do Agora”, me fez pensar em como a vida se manifesta nesse universo único, com diferentes formas, todas conectadas. Não somos separados nem mesmo do grão de areia.

“ no momento em que olhas além dos rótulos mentais,
sentes a dimensão inefável da natureza
que não pode ser compreendida pelo pensamento.”

23 de junho de 2010

Acessar Valores e Propósitos

Li uma entrevista no site Planeta Sustentável com a americana Donah Zohar - física e filósofa em Massachussets - que achei muito interessante e coloco aqui algumas de suas idéias que evidênciam que ninguém poderá salvar a humanidade sozinho, pois a mudança começa em cada um de nós e cita Jung que diz “se há algo errado com o mundo, é porque algo está errado comigo. Se eu quero endireitar o mundo, preciso endireitar a mim mesmo.” Ela sugere ainda que além de nosso QI – Coeficiente de Inteligência, precisamos desenvolver o nosso QS – Coeficiente de Inteligência Espiritual, que nada tem a ver com religiões. É pelo QS que damos sentido à vida, acessamos nossos valores e propósitos que questionamos quem somos, ficamos mais comprometidos e encontramos novas soluções que permitam ao mundo ser diferente e melhor.

E diz: “Quem quer viver uma boa vida deve fazer perguntas profundas. É necessário se perguntar: Para que eu nasci? Por que eu tenho uma vida? O que eu preciso fazer aqui? Isso faz com que a gente leve a vida mais a sério. Há uma preferência maior pelo uso do QI, sim. Mas eu acho que cada vez mais pessoas têm ficado conscientes de que precisam trazer seus valores à tona e verificar o que realmente é importante para elas. Essa já é uma prática comum entre os jovens, que querem que o emprego ou a atividade que exerçam tenha um significado maior para eles. E a preocupação também está crescendo no círculo dos negócios, porque eles estão percebendo que as pessoas ficam mais tempo nos empregos que fazem sentido para elas.São os indivíduos que fazem as coisas acontecerem e afetam a sociedade. Deixe o mundo saber o que você quer mudar e acredite que pode fazer a diferença, e uma revolução pode acontecer.Tudo o que eu faço, sinto e penso influencia o modo como os outros agem, sentem e pensam, então minhas ações têm uma espécie de responsabilidade global.Somos movidos a medo, raiva ou desejo de auto-afirmação. Se agimos por motivações negativas, só geraremos resultados negativos, sem conquistar nada de novo, apenas reagiremos. Se possuímos objetivos diferentes, teremos resultados diferentes. Precisamos começar a agir em nome de um propósito maior, de um pensamento a longo prazo. Está na hora de sair de um modelo mental “eu, meu e para mim” para um “nós, nosso e para nós”. Devemos nos ver como os guardiões do futuro e manter o planeta a salvo para nossos filhos e netos. Deveríamos viver nos perguntando: Como eu posso servir? Não apenas a mim, mas à minha comunidade, minha nação, meu planeta.”

Abaixo 12 princípios que nos ajudam a assumir uma postura mais responsável diante da própria vida e a encontrar mais sentido para a existência humana.

1. Uso positivo das adversidades: em vez de assumir uma posição de vítima, devemos aproveitar os momentos de crise para nos fortalecer e pensar em novas soluções;
2. Consciência de si mesmo: saber quem somos, quais são nossos valores mais profundos, perceber o que nos motiva a viver e pelo que seríamos capazes de morrer é uma das maneiras de ir além do ego e fazer a diferença no mundo;
3. Humildade: deixarmos de ser a espécie mais arrogante do planeta e entender que somos parte de um mundo bem maior, com bilhões de respeitáveis pontos de vista;
4. Compaixão: sentir a dor e a alegria do outro como se fosse nossa e perceber que fazemos parte do todo;
5. Visão e valor: transcender o egoísmo e desenvolver a capacidade de servir aos outros, assumindo um compromisso de fidelidade e excelência com as relações, o trabalho e o planeta;
6. Espontaneidade: viver o momento presente, encarando cada problema ou questão como nova;
7. Holismo: entender que no mundo não há separação entre os indivíduos e a natureza e a maneira como um indivíduo vive afeta o todo;
8. Fazer perguntas fundamentais e profundas: questionar-se é criar oportunidades para agir de modo diferente, adquirir mais consciência e sair do sistema;
9. Reformulação de paradigmas: mudar modelos mentais e a visão que temos de nós mesmos, da vida, dos negócios, da educação etc.;
10. Habilidade para ir contra a corrente: seguir os próprios princípios sem medo de ser diferente;
11. Celebrar a diversidade: perceber os benefícios da diferença e a oportunidade de aprender com o outro e
12. Senso de vocação: sentir que há um propósito na vida e que cada um pode fazer a sua parte naquilo que tem de melhor.

21 de junho de 2010

Esse mundo virtual!

Algumas pessoas estão tentando colocar comentários e não estão conseguindo.
Os passos são:
1. Clicar em comentários.
2. Escrever o comentário
3. Entra em "escolher perfil" . Vai aparecer várias opções.
4. Clica em "NOME/URL" digite seu nome e não precisa pcolocar nada o campo URL.
5. Vão aparecer uns caracteres.... Digite-as
6. Clicar em Postar comentários. E pronto

Mas existe uma outra maneira de conseguir que é:
1. Clicar em comentários.
2. Escrever o comentário. NÃO ESQUEÇA DE COLOCAR O SEU NOME NO FINAL DA MENSAGEM
3. Entra em "escolher o perfil" – Escolha o Anônimo.
4. Vão aparecer uns caracteres.... Digite-os
5. Clicar em “Postar comentários”. E pronto

Não sei por que às vezes não dá certo de um jeito e às vezes dá certo do outro. Vou tentar entender e depois comunico a vocês. Sei que várias mensagens ficaram perdidas no cosmo virtual... Mas não desanimem, vamos vencer mais essa ferramenta tecnológica. Afinal, fomos nós que as criamos.

18 de junho de 2010

Trabalho - Entusiasmo

Muitas pessoas procuram o coaching profissional desmotivadas, pois não conseguem concretizar as vendas. Focados no resultado somente, sem conseguir ver outras possibilidades, ficam frustrados e sem entusiasmo.

Entusiasmo como sabemos é uma palavra que vem do grego e significa “com Deus dentro”. A falta de energia está relacionada com nosso baixo nível de consciência. Não sabemos por que e para que existimos. Não reconhecemos nossos clientes. O desânimo é um indicativo que estamos exigindo pouco de nós mesmos. De que temos muito mais a oferecer.

É da natureza humana nos sentir útil, servir, criar e levar uma vida distante da mediocridade. Somos seres em busca de significação, de algo que nos torne influentes e nos dê um sentimento de capacidade e estima. Queremos ter uma história da qual possamos nos orgulhar. O resultado de nosso trabalho significa muito pouco se custa o sacrifício de nossa integridade.

Para isso precisamos estar conscientes de nossos valores, aqueles que nos fazem agir. Os valores são as sementes da nossa alma e os traduzimos através de nossos pensamentos, da nossa fala, dos nossos sentimentos e da atitude.

O trabalho, quando ele é congruente com nossos valores pessoais, é uma fonte de energia. Todos nós queremos mais do que só receber o salário no fim do mês. Queremos viver nossos valores. Só aí as tarefas começam a ter significado e deixam de ser enfadonhas e podemos recriar nosso jeito de trabalhar todos os dias.

Ir um pouco mais além significa uma tomada profunda de consciência. Significa por exemplo, deixar de trabalhar para os clientes e passar a trabalhar com os clientes trocando informações, conhecimentos e experiências.

Ninguém se importa com quem não se importa.

No vídeo abaixo podemos ver claramente como você pode mudar o paradigma do que é criatividade, de como estar coerente com seus valores, de como se deve relacionar com o cliente e, acima de tudo, como ser feliz com seu próprio trabalho.
(post baseado em algumas idéias do livro Metanóia de Roberto A. Tranjan)

14 de junho de 2010

Poema de Drummond

O homem; as viagens
Carlos Drummond de Andrade

O homem, bicho da Terra tão pequeno
chateia-se na Terra
lugar de muita miséria e pouca diversão,
faz um foguete, uma cápsula, um módulo
toca para a Lua
desce cauteloso na Lua
pisa na Lua
planta bandeirola na Lua
experimenta a Lua
coloniza a Lua
civiliza a Lua
humaniza a Lua.

Lua humanizada: tão igual à Terra.
O homem chateia-se na Lua.
Vamos para Marte – ordena a suas máquinas.
Elas obedecem, o homem desce em Marte
Pisa em Marte
experimenta
coloniza
civiliza
humaniza Marte com engenho e arte.
Marte humanizado, que lugar quadrado.
Vamos a outra parte?
Claro – diz o engenho
sofisticado e dócil.

Vamos a Vênus.
O homem põe o pé em Vênus,
Vê o visto – é isto?
idem
idem
idem.

O homem funde a cuca se não for a Júpiter
proclamar justiça junto com a justiça
repetir a fossa
repetir o inquieto
repetitório.

Outros planetas restam para outras colônias.
O espaço todo vira Terra-a-terra.

O homem chega ao Sol ou dá uma volta
só para tever?
Não- vê que ele inventa
roupa insiderável de viver no Sol.
Põe o pé e:
mas que chato é o Sol, falso touro
espanhol domado.

Restam outros sistemas fora
do solar a col-
onizar.
Ao acabarem todos
só resta ao homem
(estará equipado?)

a dificílima dangerosíssima viagem
de si a si mesmo:
pôr o pé no chão
do seu coração
experimentar
colonizar
civilizar
humanizar
o homem
descobrindo em suas próprias inexploradas entranhas
a perene, insuspeitada alegria
de con-viver.

13 de junho de 2010

Respiração e Emoções

Coincidências à parte, coloquei os dois posts abaixo no blog e a Giselle me manda esse vídeo ao mesmo tempo. Sugiro que vocês leiam primeiro os posts e depois assistam ao vídeo. E respirem...

Lidar com Emoções


Já lhe fizeram aquela pergunta: por que eu compreendo essa situação mentalmente de uma forma, mas sinto outra coisa? Na verdade ainda não sabemos lidar com nossas emoções. As emoções são pura energia. Sempre que sentimos uma emoção, o nível de energia em nosso corpo aumenta, principalmente quando reprimida há muito tempo.

Quando minha mente está agitada, consigo acalmá-la sentando quietamente e observo os pensamentos e deixo-os passar. Comentava isso com minha instrutora de Yoga dizendo que ao fazer isso com as emoções eu não conseguia. Ao contrário, eu era tragada por elas.

E ela me disse “Ah. Sim. É que os pensamentos a gente os observa e as emoções a gente tem que senti-las sem julgamento e deixá-las passar.” E me sugeriu o livro "Sistema de Memória da Alma" de Susan Kerr de onde tiro algumas idéias.

Ufa! Só isso? Então vou praticar isso essa semana.

Bom, na verdade não era tão simples assim.
Ao me permitir sentir as emoções, percebi que tinha que primeiramente aceitar que elas existiam. Sempre que algo acontece e eu me aborreço, paro e pergunto o que estou sentindo. No início senti que isso já é bastante difícil.
Percebi então que, ao me concentrar naquela emoção, eu tinha toda minha atenção em alguma musculatura ou alguma sensação física. Vinha o medo e esse era o sinal de que a emoção estava aflorando.
Eu me perguntava: qual o problema de sentir essa emoção? Muitas vezes não tinha razão alguma por trás daquele medo. O medo sempre está relacionado com o passado ou com o futuro. Mas eu tinha de estar no presente. Sentindo a emoção e as sensações do meu corpo. O medo diminui e a gente consegue dar nome a essa emoção, ou seja, você a traz à consciência.

Deixar que essa emoção flua naturalmente e não permitir que o cérebro a bloqueie é o maior desafio. Mas a saída é a concentração nas sensações físicas. Usei um exercício para ajudar nisso. “Pense na emoção como energia. Permita-se senti-la ao máximo. Imagine um balão e o encha com toda a dor e a angústia do sentimento. Veja-o se encher e se expandir cada vez mais. Imagine que esse balão se abra. Deixe toda dor sair. A dor emocional é energia que está saindo de seu corpo.”

Depois que sentimos completamente a emoção devemos nos lembrar em que momento aquele padrão da emoção foi criado e, como aí não está mais escondido no subconsciente, evitamos então que outras situações com o mesmo padrão emocional ocorram. Mas se, mesmo assim, aparecerem tais situações, elas nos atingirão com um impacto muito menor, pois já teremos registrado a experiência de termos aquela emoção e sobrevivermos a ela. Portanto, vamos superá-la.

Quando uma emoção é totalmente trabalhada, há um grande alívio por termos desbloqueado a energia.

Não, não, ainda não consegui fazer todo o processo. Ainda estou na fase da pergunta: qual o problema de eu sentir essa emoção? Mas só com isso já percebo que muda o nível da nossa consciência. O trabalho interno leva algum tempo, mas é libertador à medida que aprendemos a ter responsabilidade perante tudo que nos acontece.

Um discípulo que seria o substituto de seu mestre pergunta:
“Mestre, como posso ser um 'verdadeiro mestre',
se eu ainda sinto raiva, sinto ciúmes,
sinto medo, sinto inveja?"
O mestre olhou-o longamente e disse:
“Filho, se você fizesse essa mesma pergunta diretamente a Deus,
sabe o que ele responderia?”
"Não mestre, o que ele responderia?"
Ele responderia:
“Filho, se eu fosse você, eu sentiria a mesma coisa.”

12 de junho de 2010

Respiração

Para mim, um dos mais importantes exercícios no Yoga é a respiração. Com ela eu relaxo, eu me concentro no presente, no que está acontecendo no meu corpo e até mesmo consigo alterar a qualidade de minha consciência. Tenho a sensação que, através da respiração consciente, esvazio-me de tudo que não preciso mais e abro espaço para o novo.

A respiração sempre foi de muita importância em toda história da humanidade. Em algumas culturas, a respiração não era considerada só a entrada de ar no corpo físico, mas também o contato que tínhamos com a nossa psique, a energia cósmica, a essência sagrada da vida, o espírito criativo.

Com o tempo, a humanidade perdeu o significado sagrado da respiração, reduzindo-a para uma função biológica importante. Hoje já se sabe que as técnicas de respiração podem facilitar o relaxamento das defesas psicológicas e a emergência de materiais inconscientes.

Segundo a médica Jeanne Achterberg, tudo é sagrado – o oxigênio é sagrado, o hidrogênio é sagrado porque nosso espírito vive nessas moléculas, e a consciência, seja lá o que seja, pode adentrar aquilo que chamamos de matéria, interagir com ela, amá-la, compreendê-la.”

E ela prossegue dizendo: “O carbono um dia foi parte das estrelas, o sangue em nossas veias foi um dia parte dos oceanos, e os fluídos em nossos corpos estão dançando com a lua e as estrelas, o sol e as marés, somos todos nós.... Pensem em nossos pulmões e de como respiramos moléculas de cada santo, sábio e pessoas que amamos... Não somos separados. Pensem nesse círculo de cura e nos vínculos que existem entre nós. Somos quimicamente relacionados, não terminamos em nossas peles. Somos realmente moléculas de luz concentradas, dançantes... E quando penso em mim e nas pessoas à minha volta dessa forma, meus pensamentos voltam-se a idéias mais transcendentes do que as que normalmente contemplamos em nossa consciência."

Dessa forma, respirar conscientemente pode ser um ato de conexão com o mundo e com aquilo que já somos.

“Inspirando
Assimilo o mundo
Expirando
Entrego-me ao mundo
Esvaziando-me
Vivo a mim mesmo”
(L. Govinda)

6 de junho de 2010

Crenças Limitantes

Às vezes me deparo com crenças limitantes que vamos aprendendo muitas vezes na própria família, passando de geração a geração e vamos então incoscientemente  fazendo delas nossa própria biografia. Com frequência ouvimos ou falamos: “Não consigo fazer isso...” ou   “é feio nos mostrar....” eu não sou merecedor...” ou ainda, "quem sou eu pra ter isso?...” , “não vou conseguir...”

Ficarmos consciente de nossas crenças limitantes já é o primeiro passo para mudar o rumo de nossas vidas. Entender que somos seres em expansão e que podemos sempre ir mais além das nossas possibilidades é fundamental.

Nelson Mandela em palestra na Dinamarca, em 1999, disse que “nosso medo mais profundo não é de sermos inadequados. Nosso medo mais profundo é de sermos poderosos além da medida. É nossa luz, não nossa escuridão, que assusta. Nós nos perguntamos: quem sou eu para ser brilhante, atraente, talentoso, fabuloso? Na verdade, quem é você para não ser? Você é uma criança do espírito. Sua pretensão de pequenez não serve ao mundo. Não tem nada de iluminado no ato de se encolher para que os outros não se sintam inseguros ao seu redor. Nascemos para manifestar a glória do Espírito que está dentro de nós. À medida em que liberamos nosso medo, nossa presença libera outros.”

Para haver uma verdadeira transformação é preciso morrer para os padrões antigos e conhecidos da mente e deixar emergir o novo. Somos uma pessoa de sucesso absoluto: Somos - e nossa vida é - exatamente o que acreditamos.

3 de junho de 2010

Dance!

Gosto muito do poema abaixo que fala da dança e também há um site em inglês muito legal e inspirador abaixo.
http://web.mac.com/rosalina1/SBDI/Movie.html

A Dança
Sto. Agostinho

Louvada seja a dança
Porque ela libera o homem
Do peso das coisas materiais
E une os solitários
Para formar sociedade

Louvada seja a dança
Que tudo exige e fortalece
Saúde, mente serena
E uma alma encantada

A dança significa transformar
O espaço, o tempo e a pessoa
Que sempre corre perigo
De se desfazer o ser ou
Somente cérebro,
Ou só a vontade
Ou só o sentimento

A dança, porém, exige
O ser humano inteiro
Ancorado no seu centro
Que não conhece a obsessão
Da vontade de dominar
Gentes e coisas
E que não sente a demônia
De estar perdido
No seu próprio ser

A dança exige o homem livre
E aberto
Vibrando na harmonia
De todas as forças

Oh! homem, oh! mulher
Aprenda a dançar
Senão os anjos no céu
Não saberão o que fazer contigo.

2 de junho de 2010

Gentileza

Existem pequenas atitudes criativas que a gente pode descobrir no nosso dia a dia. 

Coloco abaixo um artigo que li no site “Planeta Sustentável”. Espero que funcione como inspiração e se vocês tiverem alguma, por favor, partilhem.

Para nós, brasileiros, o cafezinho simboliza muitas coisas. Confraternização, pausa, conforto emocional, boa conversa. Em São Paulo, Beth Guido, dona de um café situado num prédio comercial, na Vila Madalena, resolveu adicionar a essa lista um novo significado: cortesia anônima. Assim surgiu, há três anos, o café do próximo, uma simpática corrente onde quem consome um cafezinho pode deixar outro pago para o cliente seguinte.

Na verdade, Beth acatou a inspirada sugestão do administrador do condomínio, o psicólogo Marcos Fleury, que, por sua vez, conheceu esse sistema na livraria Argumento, no bairro carioca do Leblon. "Os gestos de dar e receber pertencem ao inconsciente coletivo", defende Marcos. Segundo ele, a iniciativa remonta a uma tradição milenar praticada pelos beduínos do deserto. "Peregrinos de toda a parte encontravam em suas paradas mantimentos deixados pelos prévios viajantes. Uma demonstração de respeito e solidariedade para que pudessem continuar sua jornada", descreve ele. O desfecho da história explica por que ela perdura até hoje, em versões contemporâneas. "Aqueles amparados pelo gesto também se reconheceram como próximos e, por isso, seguiram adiante repetindo o mesmo cuidado", acrescenta.

1 de junho de 2010

Felicidade Autêntica

Hoje li uma entrevista no “Jornalzen” com a Psicóloga Transpessoal Vera Saldanha, uma das fundadoras da Universidade Internacional da Paz, Presidente da Alubrat (Associação Luso-Brasileira de Transpessoal) e autora de 2 livros. Gostei muito e concordo com suas colocações. Veja a seguir alguns tópicos da entrevista.

“Para nos transformarmos em pessoas melhores precisamos pensar o que podemos pacificar dentro de nós. O processo de transformação de massa tem que começar dentro do indivíduo e esse começar não é só com o “eu quero”. É estabelecer um diálogo entre a minha razão, a minha emoção, a minha sensação e a minha intuição. Se tenho um pensamento sobre o bem, tenho que ter uma ação correspondente e nutrir emoções positivas. Isso vai nos trazer a inteireza, o ser integral. A busca dessa inteireza, desse resgate do seu ser essencial é o que chamo de felicidade autêntica. É uma felicidade que irá vivenciar na prática através das relações harmoniosas em sua vida, percebendo que a vida faz diferença, não somente para você, mas para o planeta. Quando estamos felizes estamos mais em paz, somos menos competitivos e temos mais esperança.

Gostaria de dizer para as pessoas que elas acreditem no melhor delas, sobretudo que busquem todos os recursos que existem para que possam acessar o autoconhecimento, que vai iluminar não só o seu universo interior. Em todos existem essa felicidade autêntica. Pode estar escondida, mas é real. É possível uma vida melhor, um planeta melhor.
Quando a gente faz algo bom para nós, o maior beneficiário é o outro, e quando fazemos bem para o outro, os maiores beneficiários somos nós.
Essa é uma lei da vida que precisamos nos lembrar.

Estamos agora numa emergência de uma nova etapa evolutiva, onde a consciência e a espiritualidade são um norte, um referencial. Por muito tempo o desenvolvimento se pautou pela força física, depois pelas emoções, pela racionalidade. Não podemos excluir os conhecimentos que todas essas eras trouxeram, mas podemos integrá-los a essa nova era da consciência. A consciência que vem iluminar, que vem mostrar o sentido de algo que ainda está adormecido dentro de nós. É o nosso melhor. E precisamos nos nutrir do bem.”

30 de maio de 2010

META

Uma das perguntas que eu mais gosto e que aprendi com o Rhandy Di Stéfano é aquela que me centraliza e me impulsiona.
Todos nós seres humanos temos uma necessidade básica que é o desenvolvimento, o crescimento. É isso que nos faz caminhar para frente. Mas por que, às vezes, temos um maior ou menor entusiasmo, uma menor ou maior força e energia para viver com qualidade os eventos que vão se apresentando?

Nem sempre sabemos o que nos faz levantar de manhã e nem para onde estamos indo. E quando “não sabemos aonde ir, qualquer porto serve”. Não sabemos para que estamos vivos. Vivemos o dia inconscientemente sem lembrar quem somos realmente. Confundimos pensando que somos esse corpo físico que possui um espírito quando, na verdade, somos espíritos vivendo dentro desse corpo físico.

Num processo de Coaching descobrimos através de perguntas, onde estamos, para onde queremos ir e como fazemos pra chegar lá, entendendo assim qual é a nossa missão, nossas metas e nossos sonhos. E é isso que faz com que nossa motivação e nosso entusiasmo se desenvolvam.

Ao descobrirmos nossa meta, traçamos planos para chegar onde desejamos.

Ocorre que, muitas vezes, nossas crenças e nossos hábitos nos desviam de nossas metas.

Existem muitos exemplos simples sobre isso, mas pensemos por exemplo em alunos que querem aprender inglês: quando começam o curso estão entusiasmados e questionados onde eles querem chegar, qual a meta em relação a isso, dizem: “Quero falar inglês confortavelmente em 3 anos.” Ok, uma vez sabendo onde quer ir, traçamos os passos. Entre esses passos estão, por exemplo, fazer “homework” todos os dias. Mas chega um dia, e ele não faz e lá veem todos os motivos possíveis: chegou visita, o filho queria brincar, meu chefe pediu pra trabalhar até mais tarde, o meu time jogou ontem, esqueci o livro no trabalho...).

A solução não está no argumento, mas em como eu esquematizo o meu tempo. Não existe nada que possa me desviar da minha meta se ela estiver sempre presente. Então a pergunta a que me referi acima que me entusiasma e me impulsiona e que muitas vezes me faz decidir num momento de indecisão é:

- O que você vai fazer ou o que você fez
lhe leva mais longe ou mais perto de sua meta?

25 de maio de 2010

Amor Incondicional

Não consegui colocar esse video no blog, mas deixo aqui um link. É maravilhoso perceber que o ser humano pode ir sempre além, descobrir novas potencialidades sem se sentir vítima de nada. E para isso basta termos ATITUDE.

http://daleth.cjf.jus.br/vialegal/materia.asp?CodMateria=1478

Só você

Taquaral - Campinas
“Ninguém pode construir em teu lugar
as pontes que precisarás
 passar para atravessar o rio da vida.



Ninguém exceto tu, só tu.
Existem, por certo, inúmeros atalhos
e pontes e semideuses
que se oferecerão para levar-te além do rio,
mas isso te custaria a tua própria pessoa;
tu te hipotecarias e te perderias.
Existe no mundo um único caminho
por onde só tu podes passar.
Para onde leva?
Não perguntes;
segue-o!”



Friedrich Nietzsche

24 de maio de 2010

Orquestra

Meu laptop e eu pegamos vírus. Os dois no mesmo dia. O laptop foi pro conserto e, em três dias, estava de volta novinho em folha. Eu fui pro hospital duas vezes, perdi meu curso, perdi dois quilos, não pude dar aulas e continuo tomando antibiótico, que eu não tomava desde criança, adepta que sou da homeopatia.

Bom, eu poderia falar aqui dos desconfortos todos desta semana, mas confesso que neste tempo todo me propus a tirar algum proveito disso. Entre sonhos - e alguns delírios - várias imagens passaram pela minha cabeça. Engraçado: sonhava e sonhava que tirava fotos. Fotos da natureza, lindas. Imagens de fotos que se moviam pelos verdes das gramas. Flores se desabrochando lentamente. Riozinho escorrendo suas águas espertas em pedras cristalinas. Tudo acontecia dentro de um jardim. Era o jardim de “Nazaré”, uma comunidade onde morei por três anos. Quando acordava, gostava de lembrar das imagens, mas as dores e a fraqueza não me permitiam muito. Graças ao Edmilson, companheiro pra qualquer hora, tive a atenção incansável e amorosa que precisava.

Mas agora, melhor, consigo me lembrar de todas as imagens nos vários momentos de realidade e sonho. E tudo parece ser muito colorido. E esse colorido também veio nas sopinhas que a Maria, minha querida vizinha, me preparou com tanto carinho. E que ao degustá-las, aos pouquinhos, ia percebendo como a natureza funciona. Fico admirada em pensar como o nosso corpo é tão perfeito e sábio. Como reage ferozmente para que tudo volte a funcionar como uma orquestra.

E por falar em orquestra, recebi esse vídeo da querida Mirella (cujo blog - Nós pela vida - está na minha lista de indicados), e que me fez reforçar a ideia de como nosso corpo funciona.  Espero que gostem.

15 de maio de 2010

Aprendendo com o outro

Nesses 15 anos dando aulas de inglês “in company” principalmente, vivi tantas experiências que dariam para escrever um livro. Aprendi tanto nessas 16.000 aulas com os alunos que, confesso, me transformei numa outra pessoa. Foram tantas as gratificações que quando olho pra minha profissão sinto-me totalmente realizada. E, pra mim, realizada no trabalho significa que o que faço tem um sentido maior do que simplesmente ganhar dinheiro. Significa eu sentir que trabalho para o planeta e que o que eu faço deixa as pessoas e a mim melhores.

Como num filme, lembro de olhos de alunos espantados ao perceber que assimilaram algo que não tinham conseguido assimilar, alunos orgulhosos por conseguirem dar os primeiros passos nesses caminhos de palavras até então desconhecidas que se juntam umas às outras numa gramática diferente, dançando num som nunca ouvido e revelando uma outra cultura. Alunos cuja auto-estima melhorou porque se sentiram capazes de ir além de onde estavam. Alunos que conseguiram olhar para dentro e perceber onde é que estava o bloqueio que impedia de ver outra língua. Alunos que choraram de alegria por descobrirem que eram capazes de dar um salto na língua inglesa e, consequentemente, em suas vidas. Tive várias oportunidades de ouvir suas histórias tão interessantes de vida. Foram muitas as histórias de cada um...
Como eu não sabia muitas vezes o que dizer, eu fazia perguntas e eles respondiam e se descobriam capazes. Capazes de ir mais além.

E foi por causa dessas experiências que comecei a me interessar pelo coaching. Coaching é uma nova profissão que surge por causa da necessidade que as pessoas têm de ir mais além de suas possibilidades, de descobrir e desenvolver novas competências, tanto no âmbito profissional como no pessoal. E hoje há muitas pessoas que desejam reavivar sua vida, saindo da postura de vítima e assumindo responsabilidades pelo seu próprio desenvolvimento. No trabalho de coaching a pessoa é inspirada a aprender novos comportamentos e crenças que aumentem sua qualidade de vida.

Descobri, através de meus alunos e do coaching que todas as pessoas querem melhorar, apesar de muitas vezes não saberem como.

Nesse momento lembro-me de uma aluna que por coincidência é minha sobrinha-neta e que teve aulas comigo desde 12 anos. Amanhã, com quase 22 anos, ela parte para os Estados Unidos para ter uma experiência de um ano. Ela leva na mala todas as nossas aulas e nossas trocas - e eu fico aqui com seus olhos de menina curiosa das coisas da vida e da língua inglesa e que me estimulam internamente a acreditar que a gente, de alguma forma, pode contribuir para que os sonhos das pessoas sejam concretizados.

“O ser humano é geneticamente programado
para ir atrás de melhoria e progresso.”
Rhandy Di Stefano

8 de maio de 2010

Borboleta

Sexta feira de manhã é dia de praticar yoga. Como é bom fazer exercícios com o corpo conscientemente. O benefício da prática do yoga me faz serenar a mente à medida em que, através dos exercícios, vou deixando os pensamentos fluírem e vou sentindo o sentimento que aflora sem qualquer medo.
Descobri que os pensamentos a gente observa e os deixa ir e os sentimentos a gente sente. Quaisquer que sejam eles. A Sandra, instrutora, sempre recita um pequeno mantra antes de começar a prática. Naquela manhã, como nas outras, fechamos os olhos, juntamos as mãos em frente ao peito e ouvimos o mantra. No meio desse pequeno momento sinto algo se mexendo no meio de minhas mãos fechadas.
Abro-as e delas sai uma minúscula borboleta. Liberta, ao invés de fugir para a claridade que vinha da janela, voou suavemente e pousou no chão ao meu lado.
Fiquei surpresa. Não com seu voo suave, sua permanência por ali, mas me intrigou, por um momento, ela estar presa entre minhas mãos. Como foi que ela entrou lá? Nesse momento, uma sensação muito boa me invadiu. Não, eu não precisava pensar, apenas sentir aquele momento.

A pequena borboleta ficou no chão do meu lado, quase imóvel. Pensei que pudesse estar morta. No meio da prática, quando Sandra nos pediu para deitar e abrir os braços lateralmente, tive cuidado para não machucar a borboleta. Nesse momento, ela alçou vôo e, suavemente, pousou na ponta de meu polegar. Permiti que ela ficasse lá. Quando precisei levantar, ela novamente foi para o chão, no mesmo lugar de antes, e ficou lá por todo o tempo. No final dos cerca de 90 minutos da prática, eu já havia me esquecido dela e estávamos novamente sentadas no mat. Fizemos então uma pequena meditação. Quando abri meus olhos ela estava na minha frente. E lá ficou até eu agradecer ao universo pela prática e pela companhia tão suave daquela manhã.
Fiquei pensando hoje na importância de sentir sem precisar explicar tudo racionalmente. Tentasse eu entender como a borboleta foi parar na minha mão e teria perdido a mais agradável experiência daquela manhã.

Planta Colhe



Planta colhe     -       Arnaldo Antunes

o arroz que se planta se colhe
o amor que se planta se colhe
o que vai volta um dia mais forte
o que fica escondido explode
o feijão que se planta se colhe
solidão que se planta se colhe
se fugir a estrada te escolhe
e o destino também não dá mole
ao redor pra onde quer que se olhe
a saída é uma porta que encolhe
aflição que se planta se colhe
algodão que se planta se colhe
se cair nessa chuva se molhe
sempre há sede pra dar mais um gole
toda culpa se planta e se colhe
na garupa do tempo que corre
cada grão que se planta se colhe
furacão que se planta se colhe
cada um inaugura sua prole
pedra dura procura água mole
tudo vem quando o tempo é propício
todos têm sua porção precipício
o que sabe não busca sentido
o que sobe retorna caído
ilusão que se planta se colhe
confusão que se planta se colhe
num segundo o desejo te engole
só não corre esse risco quem morre

3 de maio de 2010

Contribuição para um mundo de paz.

A realidade que os povos antigos concebiam não era somente constituída dos elementos que eles poderiam perceber no cotidiano. Além do céu, da terra e do mar havia uma realidade maior, um universo que dava sustentação a tudo que existia. Eram bons observadores e deduziram a estrutura e funções básicas de vários órgãos e a ação terapêutica das plantas.  Já possuíam relativa interpretação holística dos acontecimentos: a aflição de um membro do grupo era igualmente um caso para toda a comunidade pois, de alguma forma, esse membro estaria em desarmonia com o Universo e isso se refletia em um ou mais dos integrantes da tribo. Alguns se destacavam em compreender e lidar com estas questões, surgindo assim os Xamãs que seriam um porta voz oracular de seu povo, interpretando a vontade das forças universais, compreendendo tudo como profundamente interconectado, buscando a sincronicidade e os sinais.

Nas mais variadas culturas, o consenso era a de que o equilíbrio seria o estado natural e as desarmonias decorriam por desagrado aos deuses, às forças da natureza, ao Universo. Toda enfermidade teria uma mensagem a ser compreendida, cuja importância ia além do indivíduo, sendo comum a participação de toda comunidade no tratamento.

O homem não possuía dados científicos para compreender esse universo, que extrapolava a sua realidade cotidiana, mas ele podia sentir sua existência. Ele não precisava ver para crer. Ele era eterno e, portanto, não temia a morte, pois esta não tinha existência real.

Hoje, sem desconsiderar toda a importância das descobertas feitas pelos cientistas, vivemos em um mundo recortado por áreas e disciplinas, separado por especialistas, numa abordagem cartesiana e que influenciou nossa visão de mundo, vendo-nos como centro do universo sem nenhuma correlação com o Todo.
Sem essa consciência do Todo, não percebemos a relação entre as coisas e as nossas atitudes e nos permitimos derrubar árvores, poluir os rios, matar animais e pessoas e cada vez mais embotamos nossa consciência, vivendo a mesmice sem desenvolver as nossas escolhas e nossa consciência, sem ir mais além.

Já com a “contracultura” começamos a mudar essa maneira de ver o mundo fragmentado e começamos a experimentar uma outra visão mais transformadora, à medida que podemos olhar para trás e tirar ensinamentos de como os povos antigos vivam mais integrados com a natureza.

Com esse novo paradigma integrado, onde a consciência é a determinante do resultado de toda experiência, alcançamos uma mudança no nosso cotidiano.

Sem a transformação pessoal, estaremos sempre envolvidos em conflitos e não na paz. Nessa transformação encontraremos nossa liberdade individual, escolhendo não uma destinação, mas uma direção. A consciência que emerge desse novo paradigma é ao mesmo tempo pacífica e revolucionária.

A busca é ir além da dualidade e de tudo que limita e que fragmenta. A meta não se destina a reduzir o sofrimento a dimensões normais, mas transcender o sofrimento.
Entrar em contato com os sentimentos de alguém é de pouco valor, se tais sentimentos sombrios não são transformados, resgatando assim a possibilidade de criarmos com consciência a nossa ação no mundo, através das escolhas, não mais como vítimas, mas como agentes de transformação.

“Não se pode criar um mundo não-violento e cheio de amor a não ser que nos tornemos não-violentos e cheios de amor.”

“Que haja paz... e que ela comece comigo.”

26 de abril de 2010

Um Mundo de perguntas é um mundo de possibilidades

Estou lendo um livro que fala da importância das perguntas. Sabe aquelas perguntas que fazemos a nós mesmos? Que roupa vou vestir? Será que eu vou me sair bem naquele encontro? E se eu não conseguir? O que será de mim? Estamos a todo momento com essas perguntas nos rodeando. O tipo de pergunta que fazemos internamente, quando estamos num momento impactante, nos leva a dois caminhos diferentes onde o resultado, se escolhemos o caminho do Aprendiz, é o sucesso, mas se escolhemos o caminho do Crítico é o “atoleiro”. Daí a importância de observar os nossos pensamentos. “A melhor maneira de resolver um problema é fazer boas perguntas”, diz a autora do livro.

As boas perguntas nos expandem, nos levam além das nossas crenças. As perguntas ruins nos limitam, nos paralisam. Veja um exemplo: se você está numa situação de dificuldade no trabalho, uma pergunta ruim que te levaria ao atoleiro seria: o que eu fiz pra merecer isso? Outra: quem meu chefe pensa que é pra fazer aquilo? Ou ainda: de quem é a culpa? Perguntas que te levariam ao sucesso seriam: que mais eu poderia pensar sobre essa situação? O que esta situação precisa? O que eu posso aprender com isso? O que eu realmente quero? Quais são as minhas opções?

Quando tomamos esse caminho do Aprendiz algo acontece e nos impulsiona, nos arejamos, mudamos paradigmas e nos expandimos. Quando expandimos, tocamos aquela parte de nós que ainda não conhecíamos e que carrega novas e brilhantes possibilidades.

Ainda estou no meio do livro e estou empolgada. É uma maneira diferente de olhar para nossas crenças e tentar modificá-las, abrindo nossas mentes e nos conectando com as pessoas.

Nome do livro: Faça as perguntas certas e viva melhor – Marilee G. Adams

17 de abril de 2010

Vivendo Sempre


Muitas vezes nos especializamos em alguma área profissionalmente para compartilhar nossa missão.

Mas, às vezes, a vida nos leva por caminhos onde experimentamos várias possibilidades. E muitas vezes conseguimos reunir tudo que vivemos, estudamos, aprendemos e descobrimos o potencial que temos para realizar essa nossa missão.

É assim que vejo minha vida, como um quebra cabeça, onde fui vivendo cada parte dele, muitas vezes sem entender direito o que aquilo significava, mas que ao colocar as peças uma ao lado da outra, tudo fazia sentido.

Penso então em uma possibilidade de partilharmos coisas de nossa vida, as que fazem e as que parecem não fazer sentindo algum.

Abro então esse blog com aquelas perguntas clássicas as quais tentamos responder incansavelmente.

“Quem sou eu?”
Para que estou aqui?
De onde venho?
“O que eu quero?”
“Como faço pra chegar lá?”

15 de abril de 2010

"Dentro de mim existe um lugar onde vivo inteiramente só e é lá que se renovam as nascentes que nunca secam."
P. Buch